Como funciona o processo intervenção
Para iniciar o tratamento é necessário fazer uma avaliação da criança, usando escalas e checklists que têm marcadores do desenvolvimento infantil e, assim, analisar se o repertório da criança está de acordo com o esperado para sua fase.
Daí os comportamentos que são esperados, mas que ainda não foram adquiridos, vão se transformar em objetivos a serem alcançados durante o processo terapêutico.
Com esse propósito, cria-se o PEI (Plano de Ensino Individualizado).
O que seria o PEI?
É um plano terapêutico individualizado (PEI), levando em consideração as particularidades de cada criança. Ele contem as metas que a criança deverá adquirir ao longo das terapias. É elaborado pelo supervisor ABA, responsável pelo caso, e é colocado em ação por um Acompanhante Terapêutico (AT).
O AT, pode ser um estudante de psicologia, psicólogo, pedagogo, dentre outros profissionais, que baseará a sua prática na intervenção ABA, sob a supervisão do um Psicólogo, analista do comportamento responsável pelo caso.
O AT tem contato direto com a criança, pode atuar em todos os ambientes, seja em casa, escola, na clínica. Assim, o Acompanhante Terapêutico fornece instruções diretas, implementa planos de intervenção comportamental, coleta dados e mantém um relacionamento profissional com os pais e a comunidade.